Se eu te escondo a verdade, baby, é pra te proteger da solidão…

Defino esse pensamento de forma objetiva, o Amor não existe para preencher o vazio, mas, o vazio existe para recepcionar o Amor e se enriquecer do que faltava.
Muitos dos amores perdidos são exatamente pelo mesmo motivo, egoísmos. De ambos os lados acontece aquilo que para muitos é certo, conduzir o amor como se fosse algo apenas seu. Só que o Egoísmo não é viver à nossa maneira, mas desejar que os outros vivessem como nós queremos.
O amor vive de repetição. Cada um de nós tem, na existência, no mínimo uma grande aventura. O segredo da vida é reeditar essa aventura sempre que seja possível. Se não conseguir vive-la só, adapte tudo para os dois, o compartilhamento é necessário. E mesmo que estejamos todos na fossa, alguns de nós olham para as estrelas…
Antes de qualquer sentimento de amor, devemos sem dúvidas Amar a si mesmo, é o inicio de um Amor para toda a vida. Como diz o texto citado, Amar a si própria (o) antes de qualquer coisa é de suma importância para evitar transtornos e decepções. Sejamos sinceros conosco, lembrando sempre que pouca sinceridade é uma coisa perigosa, e muita sinceridade é absolutamente fatal.
Para o homem, lembrem sempre que as mulheres existem para que as amemos, e não para que as compreendamos. Essa é a conclusão que devemos tirar para nunca mais se pegar perdido na teia do Amor.

Poética Licença de Penseé

Detesto falar de amor, ou melhor: detesto falar de amor usando clichês para resumir tudo aquilo que já se pensa sobre o assunto.

Os filmes românticos acabam sempre com os mesmos finais e, na vida real, se você não tomar cuidado, inevitavelmente vai começar a dizer pelos quatro cantos que o amor é uma merda! No final das contas, amar pode até ser uma porcaria, mas a grande merda mesmo é o amor romântico!

O amor romântico é fadado à frustração, é uma causa falida! Vivemos no século da individualidade, da solidão, mas continuamos a acreditar que somos incompletos e que precisamos encontrar nossa outra fração. Idolatramos o amor romântico e todo o resto se torna banal. Creditamos ao outro nosso tesão, nosso orgasmo, nossa insônia e até nossa alegria. Mas está tudo na nossa cabeça. Quem adivinharia? Não seria muito mais proveitoso se, ao invés de depositar nossos anseios…

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Me entenda

Hoje eu me peguei em pensamentos fantasiosos, mas ao mesmo tempo realista. Às vezes fico me perguntando o sentido de muitas coisas na vida que acreditamos que sejam tudo ou até mesmo nada, como se de fato, nosso destino tivesse apenas essas oportunidades.

Eu queria te falar tanta coisa queria te falar do meu amor que muito não é correspondido, queria te falar de minhas lágrimas, do meu sofrimento, da minha dor e da minha paixão, te convido a me conhecer com toda minha inspiração naquele que me ajuda a compreender o amor, Cazuza.

Por que o homem tem de ser dominado pelas razões alheias, guiado e confundido com um tolo, como se não pudesse expressar as suas opiniões e sentimentos? Homem também entende e pode sim organizar seus sentimentos sem precisar que alguém chefie aquilo que está dentro do seu coração.

Para que ter um relacionamento figurado em pessimismo e tristeza? Parar para respeitar custa muito?

Um relacionamento deve ter dialogo onde não exista o certo para algum, só compreender basta.

Respondam-me caso tenham essa resposta, por quê?

Por que ter sempre razão?

Por que seus sentimentos são as vítimas?

Por que ser tão calculista e incompreensiva? É o cobrado de todos os homens, compreensão, acaba sendo até irônico ser aquilo que deseja que sejam com você.

O mundo tem de girar em torno do relacionamento e não dos seus pensamentos.

Entendam que “o conhecimento do mundo apenas pode ser adquirido no mundo, não num armário”. Será que Philip Dormer Stanhope está tão errado?

Não se conhece o mundo sem vivê-lo!

Todos têm curiosidades, vontades, desejos, necessidade de saber, conhecer as incógnitas da vida.

Às vezes falta para um, apenas aguardar o tempo de dizer se o que esperamos realmente nos interessa, se levamos a vida ou se é ela quem nos leva.

Eu quero que você se sinta a pessoa mais feliz do mundo, a única capaz de ser para mim um sonho em noite de insônia, porém, as melhores coisas da vida são invisíveis. É por isso que fechamos os nossos olhos quando beijamos, dormimos e sonhamos.

Só deita ao meu lado e sinta o que digo sem pronunciar palavras!

Estou cansado de tanta caretice, tanta babaquice desta eterna falta do que falar só desejo a sorte de um amor tranquilo, com sabor de fruta mordida, nós na batida e no embalo da rede, matando a sede na saliva.

Existe relacionamento complicado, complexo, com tantas dificuldades, perigos e o que nos faz achar que tudo é perdido? “Eu já cansei da nossa fuga, já não vejo motivos pra um amor com tantas rugas”. (Conversa de botas batidas – Los Hermanos)

É difícil para você perceber que tem dia que eu durmo pensando em você e tem dia que eu acordo pensando em você? Então, deixe de ser egoísta, não é só você que possuí sentimentos!

O ser humano erra, eu erro, tu erras e nós erramos. Então, para que usar de tanta educação, pra desfilar terceiras intenções? Pra que mentir fingir que perdoou tentar torna amigo com rancor? Se me quer, vem com tudo, quem vem com tudo cansa, pois, dias sim ou dias não, nós vamos vivendo sem um arranhão.

Mas, se você acha que estamos derrotados, saiba que ainda estão rolando os dados, por que o tempo, o tempo não para!

Sempre lembre, o nosso amor, agente inventa.

Utopia?

Embasado no pai da sociologia moderna, levanto uma resposta para a minha primeira questão.

“A construção do ser social, feita em boa parte pela educação, é a assimilação pelo indivíduo de uma série de normas e princípios; sejam morais, religiosos, éticos ou de comportamento; que balizam a conduta do indivíduo num grupo. O homem, mais do que formador da sociedade, é um produto dela.”

Apesar de discordar de muitos conceitos e pensamentos de Émile Durkheim, muitos outros eu concordo plenamente.

Não posso de forma alguma exigir de um povo completamente religioso, com “fundação europeia”, desenvolva de uma hora para a outra força e atitude para mudar uma sociedade que vem em séculos mantendo uma visão ainda colonial (nacionalista).

A frase citada, demostra claramente onde é aplicada essa cultura social. Vem das escolas, lá é aplicado todo o poder de influência politica e social que nos é imposto. Os livros concedidos, as preparações dos nossos professores cooperam para a péssima formação dos nossos jovens.

Os livros didáticos estampam em toda sua formatação a alienação que é imposta desde sempre, exemplo, os livros de história que insistem em fazer com que venhamos acreditar que de fato fomos descobertos por Pedro Álvares Cabral e devemos muito ao império Português por essa façanha. (Infelizmente poucos sabem a verdadeira história e o motivo de tudo ter acorrido, mas, isso será tema de outra discussão).

A participação do individuo na sociedade é essencial para a construção de novos valores e aplicação do conceito para todos, a coerção do cidadão faz com que os mesmo se mantenham afastado de seus direitos em uma sociedade de forma orgânica, mas, nos interioriza impulsionando essa mesma sociedade para uma vida meramente mecânica.

A instituição social é um mecanismo de proteção da sociedade, é o conjunto de regras e procedimentos padronizados socialmente, como estou citando, sem dúvidas, reconhecidos, aceitos e sancionados pela sociedade, cuja importância estratégica é manter a organização do grupo e satisfazer as necessidades dos indivíduos que dele participam. Os descontos nas passagens, à vitória em um esporte popular deixam explicito o papel do nosso governo.  As instituições são, portanto, conservadoras por essência, quer seja família, escola, governo, polícia ou qualquer outra, elas agem fazendo força contra as mudanças, pela manutenção da ordem. Essa “desordem” é chamada de vandalismo pelos “ditadores de opinião”, sabendo eles que se algo não vai bem a algum setor da sociedade, toda ela sentirá o efeito.

A busca pela anomia deve existir e os jovens oprimidos devem seguir em busca de desfazer a teia do comando geral dessa sociedade e assim, impulsionando a mudança dos conceitos impostos, abrindo a visão das crianças que nas escolas estão. Isso é um trabalho para longo prazo, porém, sabemos que podemos mudar esse sonho não é, e nunca será uma utopia!

Sobre

Inicio o meu novo blog com um título característico aos meus pensamentos, “A teia e o pergaminho”.

Antes de qualquer explicação sobre o motivo do título, declaro abertamente a minha visão política, sou socialista, mas, não abro mão de debater filosoficamente qualquer meio e visão politico desde que, o mesmo encontre-se com argumentos embasados em total conhecimento sobre essa opção. “Se soubéssemos quantas e quantas vezes as nossas palavras são mal interpretadas, haveria muito mais silêncio neste mundo”, só que não desejamos silêncio, imagine se isso acontecesse na Grécia antiga, será que realmente poderíamos ter a possibilidade exposição de ideias de forma democrática?

Sem dúvidas, citarei várias personalidades políticas, filosóficas, artísticas, educadores (historiadores, pedagogos e etc.), poetas, escritores e em suma, todos aqueles que eu admiro.

Cito um dos maiores escritores da literatura inglesa que me ajuda a fortalecer meus pensamentos através de sua filosofia. Oscar Wilde, Irlandês, radicado na Inglaterra onde viveu a maior parte de sua vida e que estudou na Universidade de Oxford. Esse dramaturgo escreveu o único romance de sua vida e proporcionou ao mundo uma das maiores obras do gênero, “O Retrato de Dorian Gray”.

Embasado nessa obra de 1890, trago umas das maiores e melhores frase que alimentam a viver sem medo de arriscar, Wilde declara nesse livro que “a maioria dos homens morre de uma espécie de senso comum rasteiro; e descobre, quando já é demasiado tarde, que as únicas coisas de que nunca nos arrependemos são as nossas tolices”.

Devemos sempre lembrar que “a vida é muito importante para ser levada a sério”, porém, não existe filosofia em um filósofo que não se dedica aos seus princípios!

Em suma, ideias e argumentações, história com geografia, filosofia com politica, literatura com novelas, músicas e discursões são importantíssimos para desenvolver uma visão aos jovens, desejo como um professor de história, mais espaço e que todos possam expor e criar seus próprios princípios, pois infelizmente, “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe”.

Há, sobre o título, sigam que descobrirão. As incógnitas nos impulsionam a buscar respostas.

Vamos para a rua?

Vejo todos os dias às reclamações alheias dos participantes dessa sociedade que não deixam o mau costume de reclamar e não protestar contra seus principais desgostos.

O maior pecado do cidadão é receber o rotulo de livre, o próprio acredita de fato ser!

A politicagem não muda, mas, “as cobranças aos mesmos são também as mesmas”!

Certo dia fui ouvinte de uma conversa enquanto estava atoa, jovens questionavam até quando haveria os mesmos políticos como opção para votos atordoados e sem orientação?

Diziam ser a revolução do novo mundo e que poderiam quebrar os conceitos do adormecido e, iria cobrar até o final de seu tempo, uma reforma politica para que tivessem novos pensadores que pudessem de fato, leva-los ao desenvolvimento moral e social.

Em nenhum momento ouvir algum deles usarem a si mesmo como uma dessas opções.

Como já dito por Erça de Queiroz, “Os políticos e a as fraldas são semelhantes, possuem o mesmo conteúdo”.

O maior problema não é exatamente esses indivíduos estarem por lá, a maior dificuldade é entender o motivo que leva as pessoas a votarem sempre nos mesmo, ou melhor, por qual circunstância devemos compreender o que os levam a reeleger esses para dar continuidade no que teoricamente acreditam ser bom.

 “A solução da politica está em nós mesmos,” votem em si!